Friday, January 8, 2016

Making dreams happen in 2016

(Foto: Unsplash)

A primeira semana do ano deve ser a mais deprimente delas todas, por isso desculpem o silêncio dos últimos dias, apetece tanto escrever, mas só consegui posts sobre a minha neura, e não é bem o que me apetece postar. Depois de dias a arrastar-me para fora da cama a resmungar e a lamentar o meu destino de não ter nascido rica ou dondoca ou as duas coisas, penar no trabalho entre bocejos e arrancar alguma produtividade deste corpinho cansado, chega finalmente a sexta-feira. Depois de sobreviver a esta semana tudo o resto será mais fácil.

Mas enfim, vim aqui para contar novas mais alegres. Daqui a três semanas certinhas estarei por terras de Sua Majestade, a passear-me pela capital, faça chuva ou faça sol. Londres foi o primeiro destino internacional que me lembro de querer visitar, e foi sendo consequentemente adiada sem que eu conseguisse atinar com uma data/disponibilidade financeira/companhia. E nem estou em mim, vou tornar este sonho em realidade, e sei que vai ser memorável. 

Agora peço a vossa ajuda. Pessoas que conhecem a cidade, têm dicas, sugestões, truques, etc? Só agora começo a planear itinerários e ainda estou confusa com tudo o que quero/tenho/apetece fazer. Tudo o que quiserem partilhar será muito bem-vindo. Obrigada e um bom fim-de-semana a todos. A primeira semana já passou. We did it!

Saturday, January 2, 2016

10 coisas que aprendi em 2015

Agora que 2015 acabou,não podia deixar de, de mim para mim, deixar registadas as lições mais preciosas de 2015, para aplicar no futuro. Eu não disse que este ano foi um ano de crescimento interior?

1- Tu tens sempre uma capacidade e resistência maiores do que imaginas. Se tens forças para continuar, continua e insiste, as recompensas valem sempre a pena.

2- Não estás sozinha no mundo, não precisas de fazer tudo sozinha nem tudo de uma vez só. Take it easy, take it slow. E pede ajuda.

3- Fazer exercício é mesmo bom e quando páras, tens saudades. Não pares.

4- Se não limpares a casa quando queres, ela não desmorona. Se atrasar alguns dias (nada de exageros), ela mantém-se de pé e não é nada de mais.

5- Arriscar é bom, mas é importante saber lidar com as consequências. Sem medos. Se o risco foi uma má jogada, arrisca outra vez.

6- Não paniques porque estás a “ficar velha”. Divertes-te muito mais agora do que aos vintes. E és mais feliz. E mais gira.

7- Guarda tempo para as coisas que gostas. Quando não o fazes sentes saudades e sonhas acordada com o que não fizeste.

8- Dá-te o desconto de vez em quando. Não leves a vida tão a sério

9- Continua a gostar de quem és e a assumir os teus traços de personalidade mais loucos. É a tua maior força.

10 - Confia. 

Friday, January 1, 2016

Olá 2016

É engraçado, quando penso em 2015, não vejo propriamente uma linha condutora. Em 2014 foi tão simples verificar a minha evolução, as decisões definitivas para uma nova vida, uma série de coisas novas e importantes aconteceram, em crescendo. Em 2015 naveguei em águas mais calmas, pelo menos em comparação com o ano anterior, porque é verdade que muita coisa nova e definidora também aconteceu, mas de forma tão natural, e eu tive uma atitude tão mais passiva, que mesmo causando agitação, as coisas conduziram-se ao lugar por si só.
2015 começou com a assustadora aventura da independência total. A casa inteira por minha conta, um orçamento único para gerir, e toda uma nova vida para aprender a viver. Os primeiros meses não foram fáceis, muitos ajustes a fazer, muita gaveta mental por arrumar, noites solitárias de muita reflexão… 
2015 foi um ano de re-aprendizagem, de voltar a perceber quem eu sou, o que quero, para onde quero ir. Porque, enquanto me ia reorganizando na minha vida pessoal, senti que precisava de um refresh na vida profissional. Inicialmente pensei em formação e em aprender coisas novas, mas quando surgiu a oportunidade, dei por mim a mudar de emprego e a embarcar numa nova aventura. Esta mudança também me deu muitos momentos mais amargos e complicados de gerir. 

Perguntei-me muitas vezes se este foi o ano certo para mudar novamente de vida. Nunca me arrependi das decisões que tomei, mas estava numa fase de organização e evolução silenciosa e dei por mim, no último trimestre do ano, a agitar tudo novamente, sem saber muito bem se conseguia lidar com isso. Houve dias em que não soube lidar, mas quando a tempestade passa, as compensações são incríveis. 
Agora estou feliz de o ter feito, de ter tudo a acontecer ao mesmo tempo. E sei que foi pelo melhor. As decisões mais difíceis de tomar e de lidar por vezes são as que valem mais a pena, e acho que estou numa posição certa para continuar a aprender e a crescer. Valeu a pena a luta e as lágrimas destes últimos meses porque pela primeira vez em muito tempo estou a sentir o entusiasmo pelos próximos passos.

2015 foi também o ano de consolidação dos afectos e de uma evolução calma e natural da minha vida pessoal. Novas pessoas, novos carinhos e amizades, e uma nova vida familiar de que não me canso. Estou ainda absolutamente maravilhada com tudo o que ando a viver e espero que nunca me esqueça desta sensação de encantamento pelas coisas mais simples, aquelas que sempre quis e que de forma tão natural entraram na minha vida e mudaram tudo para melhor.

Termino o ano com a sensação que me deu uma luta tremenda, mas também me proporcionou o recolhimento e a força que precisava para conseguir fazer mais e melhor em 2016. Este Dezembro agitado, em que o medo e as dúvidas me tiravam o sono, também me despertou a imaginação e entusiasmo. Ando com mil ideias a zumbir na cabeça e quero tanto voltar a ser aquela pessoa criativa e dedicada de outros dias. Estarei sempre grata a 2015 por me permitir repensar na minha vida e me ajudar a redefinir o meu caminho.


Para 2016 decidi não fazer resoluções. Sempre defendi que as resoluções são boas linhas orientadoras, mas desta vez não me apetece enumerá-las. São quase sempre as mesmas, e se 2015 me ensinou algo é que as coisas acontecem quando têm de acontecer, por isso vou começar devagar, a fazer aquelas pequenas coisas que quero mesmo fazer, com foco e calma, e superar os obstáculos que surgirem pelo caminho, um de cada vez. Janeiro já se prevê um mês em cheio, com muitas novidades, o lançamento do novo projecto, muitas aprendizagens e vai culminar numa das minhas viagens mais sonhadas (e tenho saudades gigantes de viajar). Quero definir objectivos e perspectivas a cada mês. E conto com o meu blog para me ajudar nisto. Acho que vai ser mais estimulante e divertido.

No novo ano que começa agora apenas tenho uma intenção presente, que é escrever mais no meu diário. Quando há poucos dias saquei finalmente o Unravel 2016, que quero muito preencher como deve ser nos próximos dias, decidi também aproveitar o curso grátis que a Susannah Conway dá para encontrarmos a palavra que queremos que nos guie para o próximo ano (espreitem tudo aqui e façam o download, merece a pena experimentar). Os exercícios obrigaram-me a muita escrita e reflexão e isso foi o que me ajudou a limpar a cabeça, a acalmar a minha luta interna e a simplesmente observar-me e a ser mais tolerante comigo. E é o que mais preciso. Por isso é o que me vou dar. 

E vocês? Já pensaram no ano que passou, no que querem para este ano? Acham que 2016 vai ser melhor, ou as expectativas estão baixas?

Tuesday, December 29, 2015

Então e o Natal?

Antes de mais peço desculpa por não ter conseguido vir aqui ou à página de Facebook do blog desejar um bom Natal a todos. A última semana foi de loucos mas ainda assim, imperdoável eu sei. 
Em seguida, tenho de dizer que, depois de sobreviver à loucura da época Natalícia deste ano tomei a decisão que para o ano que vem tenho MESMO de tirar férias. Cansei-me de não conseguir responder atempadamente a e-mails, não desejar feliz Natal na altura que queria às pessoas que queria, não comentar nos blogs que gosto, não desenhar, não nada. Já bem me basta a rotina do dia-a-dia que também me limita o tempo. O Natal do ano que vem vai ser mais calmo, nem que seja à força. 
Por isso para o ano tiro logo o antes e o depois. Cheguei à conclusão que desde que trabalho nunca tiro férias nesta altura e nunca consigo descansar verdadeiramente, nem escrever posts, nem curtir a época com o gozo que merece. 


Era só isto, para começar. Agora bora lá falar das coisas.

O meu Natal foi exponencialmente melhor do que o esperado. Não sou uma descrente da época mas já aprendi a não ter grandes expectativas, as crianças andam a crescer, já não acreditam no pai Natal, e já assisti a muita desavença familiar e muitas confusões nesta época para acreditar que poderia ser mais do que a típica noite em família (com a malta a discutir e afins). 
Por isso estava longe de imaginar que este Natal seria tão bom como foi. Porque estávamos todos bem dispostos. Porque não nos víamos há um bom bocado e mesmo assim parecia que nos tínhamos apenas encontrado no dia anterior. Um espírito descomplicado de convívio familiar estava no ar e todos estávamos simplesmente bem e sorridentes. Mas a maior surpresa e alegria da noite foi a visita mais ou menos inesperada da minha tia-avó e os meus primos, com quem não estamos tantas vezes como gostaríamos. E uma noite que era banal, animou mil vezes com aquela que foi a melhor prenda de todas. 
O dia de Natal foi diferente, com aquela família que se está a tornar aos poucos mais minha. Muita comida, muito riso, muito boa disposição e a alegria das crianças pequenas que lutavam por ficar ao meu lado à mesa. Um Natal diferente mas igualmente alegre e caloroso. E um novo começo cheio de promessas.

Portanto não me posso mesmo queixar. Sou uma sortuda por ter ainda tanto amor e tanta coisa boa por ansiar nesta época (incluindo umas prendas bastante jeitosas). E ainda pude ter um fim-de-semana mais descansado para compensar as loucuras da época. Agora, e apesar do ritmo hoje apertar um pouco mais comigo porque 2016 está à perna e com ele, o tal projecto que vai ser lançado ao mundo, quero levar estes últimos dias do ano com a calma e a tranquilidade que merecem. Ocupados sim, mas não frenéticos. 

E há tanta reflexão para fazer acerca do ano que passou, e o melhor workbook de sempre para preencher com desejos e esperanças para 2016, mas isso fica para outro post.

Para já desejo-vos uma boa semaninha (que espero que seja de muito descanso e mimo) para todos e até já! 

Monday, December 14, 2015

Fall recap

Andava eu aqui a rever o meu post cheio de coisinhas que queria fazer para o Outono e dei-me conta que devo ter cumprido... menos de metade?
Uma casa por reorganizar, um novo projecto, e dificuldades inesperadas na adaptação a uma nova vida profissional deixaram menos tempo disponível para alguns dos prazeres que tinha planeado para esta fase. 

 Ainda assim não foi menos gozado e aproveitado.


E decidi recapitular o meu Outono, porque é a minha estação favorita que se está a despedir, e este ano foi maravilhosamente luminosa e quente, e sinto que não me posso esquecer das coisas boas que este me trouxe.

1-  Não fiz bolachas, vinho quente, ou tarde de abóbora, mas fiz maçãs assadas e crumble de pêra e morangos que valeu por elas todas, e pizza caseira com um pequeno par de mãos a ajudar;

2- Não vi Os Monty Python, mas vi as edições alargadas do Senhor dos Anéis em vários serões;

3- Aproveitei o Halloween em grande tal como tinha planeado;

4- Fiz castanhas no S. Martinho, e comi-as também em casa de amigos com bolos e tremoços (combinação imbatível);

5- Não pendurei cortinados ou arrumei fotos ou a arrecadação, mas reorganizei a sala, mudei as coisas de lugar, e está ainda mais bonita;

6- Não fiz decorações mas enchi a árvore de Natal de cores e combinações improváveis, numa noite deliciosa, em pijama e a ouvir o álbum A very She & Him Christmas (mas no próximo ano quero mesmo mudar tudo, e fazer algumas também);

7- Voltei a mergulhar doentiamente num livro (este) e fico sempre maravilhada com a capacidade que os livros têm de nos fazer mergulhar noutros mundos e despertar tanta coisa em nós;

8- Coloquei o edredão na cama. E há lá melhor coisa! Sou tão mais tranquila e durmo exponencialmente melhor com agasalhos quentinhos durante o sono;

Este outono encheu-me de alegria e bons momentos. Há tanto mais que está nas entrelinhas mas não vos vou aborrecer com detalhes (entre outros que quero guardar para mim).
Depois deste Outono tão sereno estou cá com um feeling que o Inverno será duro, mas estou pronta para ele. Até porque o Inverno traz o Natal, e eu vou ignorar que tenho ainda uma quantidade razoável de prendas por comprar, e pensar apenas nas festividades, no calor de estar com a família, e na comida,como é óbvio.

Tuesday, December 8, 2015

Big Magic!

(Imagem: do meu Instagram do blog)

Sempre gostei bastante de falar e escrever acerca dos livros que lia nos meus blogs anteriores, mas não sei porquê, neste não o faço com essa frequência. Por isso aqui vai uma pequena review pelo gozo da coisa.

Antes de todas estas recentes mudanças da minha vida, chegou-me à caixa de correio o novo livro da Elizabeth Gilbert (quem não conhece, a autora do famosíssimo Eat, Pray, Love), Big Magic, que conta toda a visão refrescante da autora sobre uma vida criativa e artística.
O livro, em jeito de conversa íntima entre amigos, está repleto de pequenas histórias, de exemplos de vários artistas que foi conhecendo ao longa da vida, do confronto com os medos e com a certeza que tudo o que sempre quis fazer foi escrever, mas acima de tudo o que me fez gostar mesmo deste livro é como a personalidade da autora e a sua forma pacífica de viver a vida são tão transparentes. Lemos este livro e sentimo-nos acarinhados e transportados para um lugar seguro, onde as nossas ideias não são parvas ou ridículas, e onde parece que a Elizabeth nos lê a mente.
Ela fala-nos acerca de aceitar o processo criativo como ele é, de acreditar que as ideias e a criatividade são como energia que passa por todos nós, de que devemos sempre dar o nosso melhor, não interessa quantas vezes fomos rejeitados, de não considerar que o trabalho criativo seja o "nosso bebé", ou sequer "nosso", é algo que libertamos no mundo, e essencialmente, ser feliz com o que se faz.
É uma boa reflexão a partir de uma pessoa que rejeita o epítome do artista torturado e vive numa crença absoluta de que somos criativos pela alegria de podermos ser criativos apenas.
Não posso falar muito do livro sem entrar em detalhes que merecem a pena ser lidos em vez de contados deficientemente num post. Deve absorvido calmamente, como fui fazendo ao longo de quase dois meses de leitura tranquila. Não foram poucas as vezes que este livro me arrancou algumas gargalhadas e sorrisos solitários sob o meu candeeiro da mesa de cabeceira. Apenas posso dizer que o recomendo para todos os que querem seguir uma vida criativa e que lutam contra a sua auto-estima ou legitimidade (ela faz questão de nos dar livre-passe para sermos criativos e fazermos - bem ou mal -  o que queremos fazer) ou até, que queiram ver o mundo artístico de uma maneira diferente. Ainda pode dar uma boa prendinha de Natal! ;)

Sunday, December 6, 2015

Saltos de fé e a vida como ela é

Votei este blog ao abandono. Não houve um único dia em que não pensasse neste meu canto e no quanto queria voltar a escrever e a partilhar por aqui. Mas foram uns dias difíceis, devo confessar. 

Andei cerca de duas semanas meio perdida no meu mundo, onde me recolhi por uns tempos a lamber feridas. Feridas essas que nem sei bem o que eram, apenas a necessidade enorme de me sentar e perceber as voltas que a minha vida deu nos últimos tempos e foram tantas. 
Acho que não (re)conhecia a minha capacidade de adaptação às situações. A verdade é que por muito que o novo emprego tenha sido desejado e a mudança tenha sido feita com consciência e vontade, não foi uma fase fácil, eu já me tinha esquecido o quanto custa e o quanto eu detesto mudar. 
As saudades do meu velho canto, o medo do desconhecido, o estar num ambiente mais formal, quieto, lembrar-me de mil procedimentos, tentar não dar barraca (ups, claro que aconteceu, mas nada de grave), a falta dos meus amigos de trabalho, de estar mais perto de casa, a estranheza de estar num local tão cheio de gente em Lisboa, a poluição, o trânsito, e ainda todo um cansaço acumulado do meu anterior emprego (que eu adorava, mas ainda assim, me sugava as energias), começaram a deixar-me absolutamente sem energia para nada, andei deprimida e saturada e não sabia muito bem o que e como sentir. 
Agora sinto que tudo acalmou um pouco, que posso respirar, que há coisas que se começam a automatizar e finalmente começo a descomplicar e a aligeirar as coisas. 

Mas claro, descansar não é bem para mim. No meio desta fase de adaptação vou preparando o Natal, vou mudando a casa para que haja espaço para tudo de todos, já passei serões a montar móveis, a cozinhar, a limpar a casa, porque nada pode parar, e, por fim... decidi juntar-me a um projecto que me faz sair completamente da minha zona de conforto. O meu cérebro anda a mil mas estou satisfeita de andar dedicada a tudo isto. Agora, porque há uns dias atrás andava meio louca a pensar porque me meto em tanta coisa ao mesmo tempo e afinal o que quero eu da vida? 

Bem, aparentemente quero tudo, ou pelo menos quero arriscar um pouco antes de desistir. E percebi que por muito que o meu corpo e mente ainda estejam exaustos, eu preciso de aproveitar as oportunidades que surgem. Quanto ao novo projecto, estou com medo, porque pela primeira vez sinto que não posso desistir, não depende apenas de mim nem é um dos meus projectos-passatempo, é um compromisso sério com outras pessoas. E é tão assustador como entusiasmante. A seu devido tempo vou dar novidades e explicar tudo, mas por enquanto, ainda há muito trabalho de bastidores a ser feito e eu ainda ando a tentar atinar com a minha rotina para que consiga encaixar tudo o que preciso de fazer.

Não prometo regressos em grande porque o meu blog segue um pouco os meus caprichos e disposição do momento. Para já posso dizer-vos que me sinto a conquistar uma dura batalha contra mim mesma e contra as minhas inseguranças e receios. Estou a encarar a vida de frente a assumir que consigo. Um passo de cada vez.

Hoje escrevo-vos com este céu de Outono maravilhoso a entrar-me pela casa enquanto estou encolhida na minha manta para afugentar o frio. Preparo-me para um fim-de-tarde a trabalhar e a criar e tento fazê-lo com a maior paz possível. Vou aparecendo sempre que puder mas fica já aqui um desejo sincero que este mês de Dezembro seja quente e luminoso. Até já!