Antes de mais peço desculpa por não ter conseguido vir aqui ou à página de Facebook do blog desejar um bom Natal a todos. A última semana foi de loucos mas ainda assim, imperdoável eu sei.
Em seguida, tenho de dizer que, depois de sobreviver à loucura da época Natalícia deste ano tomei a decisão que para o ano que vem tenho MESMO de tirar férias. Cansei-me de não conseguir responder atempadamente a e-mails, não desejar feliz Natal na altura que queria às pessoas que queria, não comentar nos blogs que gosto, não desenhar, não nada. Já bem me basta a rotina do dia-a-dia que também me limita o tempo. O Natal do ano que vem vai ser mais calmo, nem que seja à força.
Por isso para o ano tiro logo o antes e o depois. Cheguei à conclusão que desde que trabalho nunca tiro férias nesta altura e nunca consigo descansar verdadeiramente, nem escrever posts, nem curtir a época com o gozo que merece.
Era só isto, para começar. Agora bora lá falar das coisas.
O meu Natal foi exponencialmente melhor do que o esperado. Não sou uma descrente da época mas já aprendi a não ter grandes expectativas, as crianças andam a crescer, já não acreditam no pai Natal, e já assisti a muita desavença familiar e muitas confusões nesta época para acreditar que poderia ser mais do que a típica noite em família (com a malta a discutir e afins).
Por isso estava longe de imaginar que este Natal seria tão bom como foi. Porque estávamos todos bem dispostos. Porque não nos víamos há um bom bocado e mesmo assim parecia que nos tínhamos apenas encontrado no dia anterior. Um espírito descomplicado de convívio familiar estava no ar e todos estávamos simplesmente bem e sorridentes. Mas a maior surpresa e alegria da noite foi a visita mais ou menos inesperada da minha tia-avó e os meus primos, com quem não estamos tantas vezes como gostaríamos. E uma noite que era banal, animou mil vezes com aquela que foi a melhor prenda de todas.
O dia de Natal foi diferente, com aquela família que se está a tornar aos poucos mais minha. Muita comida, muito riso, muito boa disposição e a alegria das crianças pequenas que lutavam por ficar ao meu lado à mesa. Um Natal diferente mas igualmente alegre e caloroso. E um novo começo cheio de promessas.
Portanto não me posso mesmo queixar. Sou uma sortuda por ter ainda tanto amor e tanta coisa boa por ansiar nesta época (incluindo umas prendas bastante jeitosas). E ainda pude ter um fim-de-semana mais descansado para compensar as loucuras da época. Agora, e apesar do ritmo hoje apertar um pouco mais comigo porque 2016 está à perna e com ele, o tal projecto que vai ser lançado ao mundo, quero levar estes últimos dias do ano com a calma e a tranquilidade que merecem. Ocupados sim, mas não frenéticos.
E há tanta reflexão para fazer acerca do ano que passou, e o melhor workbook de sempre para preencher com desejos e esperanças para 2016, mas isso fica para outro post.
Para já desejo-vos uma boa semaninha (que espero que seja de muito descanso e mimo) para todos e até já!
Tuesday, December 29, 2015
Monday, December 14, 2015
Fall recap
Andava eu aqui a rever o meu post cheio de coisinhas que queria fazer para o Outono e dei-me conta que devo ter cumprido... menos de metade?
Uma casa por reorganizar, um novo projecto, e dificuldades inesperadas na adaptação a uma nova vida profissional deixaram menos tempo disponível para alguns dos prazeres que tinha planeado para esta fase.
Ainda assim não foi menos gozado e aproveitado.
E decidi recapitular o meu Outono, porque é a minha estação favorita que se está a despedir, e este ano foi maravilhosamente luminosa e quente, e sinto que não me posso esquecer das coisas boas que este me trouxe.
1- Não fiz bolachas, vinho quente, ou tarde de abóbora, mas fiz maçãs assadas e crumble de pêra e morangos que valeu por elas todas, e pizza caseira com um pequeno par de mãos a ajudar;
2- Não vi Os Monty Python, mas vi as edições alargadas do Senhor dos Anéis em vários serões;
3- Aproveitei o Halloween em grande tal como tinha planeado;
4- Fiz castanhas no S. Martinho, e comi-as também em casa de amigos com bolos e tremoços (combinação imbatível);
5- Não pendurei cortinados ou arrumei fotos ou a arrecadação, mas reorganizei a sala, mudei as coisas de lugar, e está ainda mais bonita;
6- Não fiz decorações mas enchi a árvore de Natal de cores e combinações improváveis, numa noite deliciosa, em pijama e a ouvir o álbum A very She & Him Christmas (mas no próximo ano quero mesmo mudar tudo, e fazer algumas também);
7- Voltei a mergulhar doentiamente num livro (este) e fico sempre maravilhada com a capacidade que os livros têm de nos fazer mergulhar noutros mundos e despertar tanta coisa em nós;
8- Coloquei o edredão na cama. E há lá melhor coisa! Sou tão mais tranquila e durmo exponencialmente melhor com agasalhos quentinhos durante o sono;
Este outono encheu-me de alegria e bons momentos. Há tanto mais que está nas entrelinhas mas não vos vou aborrecer com detalhes (entre outros que quero guardar para mim).
Depois deste Outono tão sereno estou cá com um feeling que o Inverno será duro, mas estou pronta para ele. Até porque o Inverno traz o Natal, e eu vou ignorar que tenho ainda uma quantidade razoável de prendas por comprar, e pensar apenas nas festividades, no calor de estar com a família, e na comida,como é óbvio.
Uma casa por reorganizar, um novo projecto, e dificuldades inesperadas na adaptação a uma nova vida profissional deixaram menos tempo disponível para alguns dos prazeres que tinha planeado para esta fase.
Ainda assim não foi menos gozado e aproveitado.
E decidi recapitular o meu Outono, porque é a minha estação favorita que se está a despedir, e este ano foi maravilhosamente luminosa e quente, e sinto que não me posso esquecer das coisas boas que este me trouxe.
1- Não fiz bolachas, vinho quente, ou tarde de abóbora, mas fiz maçãs assadas e crumble de pêra e morangos que valeu por elas todas, e pizza caseira com um pequeno par de mãos a ajudar;
2- Não vi Os Monty Python, mas vi as edições alargadas do Senhor dos Anéis em vários serões;
3- Aproveitei o Halloween em grande tal como tinha planeado;
4- Fiz castanhas no S. Martinho, e comi-as também em casa de amigos com bolos e tremoços (combinação imbatível);
5- Não pendurei cortinados ou arrumei fotos ou a arrecadação, mas reorganizei a sala, mudei as coisas de lugar, e está ainda mais bonita;
6- Não fiz decorações mas enchi a árvore de Natal de cores e combinações improváveis, numa noite deliciosa, em pijama e a ouvir o álbum A very She & Him Christmas (mas no próximo ano quero mesmo mudar tudo, e fazer algumas também);
7- Voltei a mergulhar doentiamente num livro (este) e fico sempre maravilhada com a capacidade que os livros têm de nos fazer mergulhar noutros mundos e despertar tanta coisa em nós;
8- Coloquei o edredão na cama. E há lá melhor coisa! Sou tão mais tranquila e durmo exponencialmente melhor com agasalhos quentinhos durante o sono;
Este outono encheu-me de alegria e bons momentos. Há tanto mais que está nas entrelinhas mas não vos vou aborrecer com detalhes (entre outros que quero guardar para mim).
Depois deste Outono tão sereno estou cá com um feeling que o Inverno será duro, mas estou pronta para ele. Até porque o Inverno traz o Natal, e eu vou ignorar que tenho ainda uma quantidade razoável de prendas por comprar, e pensar apenas nas festividades, no calor de estar com a família, e na comida,como é óbvio.
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Tuesday, December 8, 2015
Big Magic!
(Imagem: do meu Instagram do blog)
Sempre gostei bastante de falar e escrever acerca dos livros que lia nos meus blogs anteriores, mas não sei porquê, neste não o faço com essa frequência. Por isso aqui vai uma pequena review pelo gozo da coisa.
Antes de todas estas recentes mudanças da minha vida, chegou-me à caixa de correio o novo livro da Elizabeth Gilbert (quem não conhece, a autora do famosíssimo Eat, Pray, Love), Big Magic, que conta toda a visão refrescante da autora sobre uma vida criativa e artística.
O livro, em jeito de conversa íntima entre amigos, está repleto de pequenas histórias, de exemplos de vários artistas que foi conhecendo ao longa da vida, do confronto com os medos e com a certeza que tudo o que sempre quis fazer foi escrever, mas acima de tudo o que me fez gostar mesmo deste livro é como a personalidade da autora e a sua forma pacífica de viver a vida são tão transparentes. Lemos este livro e sentimo-nos acarinhados e transportados para um lugar seguro, onde as nossas ideias não são parvas ou ridículas, e onde parece que a Elizabeth nos lê a mente.
Ela fala-nos acerca de aceitar o processo criativo como ele é, de acreditar que as ideias e a criatividade são como energia que passa por todos nós, de que devemos sempre dar o nosso melhor, não interessa quantas vezes fomos rejeitados, de não considerar que o trabalho criativo seja o "nosso bebé", ou sequer "nosso", é algo que libertamos no mundo, e essencialmente, ser feliz com o que se faz.
É uma boa reflexão a partir de uma pessoa que rejeita o epítome do artista torturado e vive numa crença absoluta de que somos criativos pela alegria de podermos ser criativos apenas.
Não posso falar muito do livro sem entrar em detalhes que merecem a pena ser lidos em vez de contados deficientemente num post. Deve absorvido calmamente, como fui fazendo ao longo de quase dois meses de leitura tranquila. Não foram poucas as vezes que este livro me arrancou algumas gargalhadas e sorrisos solitários sob o meu candeeiro da mesa de cabeceira. Apenas posso dizer que o recomendo para todos os que querem seguir uma vida criativa e que lutam contra a sua auto-estima ou legitimidade (ela faz questão de nos dar livre-passe para sermos criativos e fazermos - bem ou mal - o que queremos fazer) ou até, que queiram ver o mundo artístico de uma maneira diferente. Ainda pode dar uma boa prendinha de Natal! ;)
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Sunday, December 6, 2015
Saltos de fé e a vida como ela é
Votei este blog ao abandono. Não houve um único dia em que não pensasse neste meu canto e no quanto queria voltar a escrever e a partilhar por aqui. Mas foram uns dias difíceis, devo confessar.
Andei cerca de duas semanas meio perdida no meu mundo, onde me recolhi por uns tempos a lamber feridas. Feridas essas que nem sei bem o que eram, apenas a necessidade enorme de me sentar e perceber as voltas que a minha vida deu nos últimos tempos e foram tantas.
Acho que não (re)conhecia a minha capacidade de adaptação às situações. A verdade é que por muito que o novo emprego tenha sido desejado e a mudança tenha sido feita com consciência e vontade, não foi uma fase fácil, eu já me tinha esquecido o quanto custa e o quanto eu detesto mudar.
As saudades do meu velho canto, o medo do desconhecido, o estar num ambiente mais formal, quieto, lembrar-me de mil procedimentos, tentar não dar barraca (ups, claro que aconteceu, mas nada de grave), a falta dos meus amigos de trabalho, de estar mais perto de casa, a estranheza de estar num local tão cheio de gente em Lisboa, a poluição, o trânsito, e ainda todo um cansaço acumulado do meu anterior emprego (que eu adorava, mas ainda assim, me sugava as energias), começaram a deixar-me absolutamente sem energia para nada, andei deprimida e saturada e não sabia muito bem o que e como sentir.
Agora sinto que tudo acalmou um pouco, que posso respirar, que há coisas que se começam a automatizar e finalmente começo a descomplicar e a aligeirar as coisas.
Mas claro, descansar não é bem para mim. No meio desta fase de adaptação vou preparando o Natal, vou mudando a casa para que haja espaço para tudo de todos, já passei serões a montar móveis, a cozinhar, a limpar a casa, porque nada pode parar, e, por fim... decidi juntar-me a um projecto que me faz sair completamente da minha zona de conforto. O meu cérebro anda a mil mas estou satisfeita de andar dedicada a tudo isto. Agora, porque há uns dias atrás andava meio louca a pensar porque me meto em tanta coisa ao mesmo tempo e afinal o que quero eu da vida?
Bem, aparentemente quero tudo, ou pelo menos quero arriscar um pouco antes de desistir. E percebi que por muito que o meu corpo e mente ainda estejam exaustos, eu preciso de aproveitar as oportunidades que surgem. Quanto ao novo projecto, estou com medo, porque pela primeira vez sinto que não posso desistir, não depende apenas de mim nem é um dos meus projectos-passatempo, é um compromisso sério com outras pessoas. E é tão assustador como entusiasmante. A seu devido tempo vou dar novidades e explicar tudo, mas por enquanto, ainda há muito trabalho de bastidores a ser feito e eu ainda ando a tentar atinar com a minha rotina para que consiga encaixar tudo o que preciso de fazer.
Não prometo regressos em grande porque o meu blog segue um pouco os meus caprichos e disposição do momento. Para já posso dizer-vos que me sinto a conquistar uma dura batalha contra mim mesma e contra as minhas inseguranças e receios. Estou a encarar a vida de frente a assumir que consigo. Um passo de cada vez.
Hoje escrevo-vos com este céu de Outono maravilhoso a entrar-me pela casa enquanto estou encolhida na minha manta para afugentar o frio. Preparo-me para um fim-de-tarde a trabalhar e a criar e tento fazê-lo com a maior paz possível. Vou aparecendo sempre que puder mas fica já aqui um desejo sincero que este mês de Dezembro seja quente e luminoso. Até já!
Andei cerca de duas semanas meio perdida no meu mundo, onde me recolhi por uns tempos a lamber feridas. Feridas essas que nem sei bem o que eram, apenas a necessidade enorme de me sentar e perceber as voltas que a minha vida deu nos últimos tempos e foram tantas.
Acho que não (re)conhecia a minha capacidade de adaptação às situações. A verdade é que por muito que o novo emprego tenha sido desejado e a mudança tenha sido feita com consciência e vontade, não foi uma fase fácil, eu já me tinha esquecido o quanto custa e o quanto eu detesto mudar.
As saudades do meu velho canto, o medo do desconhecido, o estar num ambiente mais formal, quieto, lembrar-me de mil procedimentos, tentar não dar barraca (ups, claro que aconteceu, mas nada de grave), a falta dos meus amigos de trabalho, de estar mais perto de casa, a estranheza de estar num local tão cheio de gente em Lisboa, a poluição, o trânsito, e ainda todo um cansaço acumulado do meu anterior emprego (que eu adorava, mas ainda assim, me sugava as energias), começaram a deixar-me absolutamente sem energia para nada, andei deprimida e saturada e não sabia muito bem o que e como sentir.
Agora sinto que tudo acalmou um pouco, que posso respirar, que há coisas que se começam a automatizar e finalmente começo a descomplicar e a aligeirar as coisas.
Mas claro, descansar não é bem para mim. No meio desta fase de adaptação vou preparando o Natal, vou mudando a casa para que haja espaço para tudo de todos, já passei serões a montar móveis, a cozinhar, a limpar a casa, porque nada pode parar, e, por fim... decidi juntar-me a um projecto que me faz sair completamente da minha zona de conforto. O meu cérebro anda a mil mas estou satisfeita de andar dedicada a tudo isto. Agora, porque há uns dias atrás andava meio louca a pensar porque me meto em tanta coisa ao mesmo tempo e afinal o que quero eu da vida?
Bem, aparentemente quero tudo, ou pelo menos quero arriscar um pouco antes de desistir. E percebi que por muito que o meu corpo e mente ainda estejam exaustos, eu preciso de aproveitar as oportunidades que surgem. Quanto ao novo projecto, estou com medo, porque pela primeira vez sinto que não posso desistir, não depende apenas de mim nem é um dos meus projectos-passatempo, é um compromisso sério com outras pessoas. E é tão assustador como entusiasmante. A seu devido tempo vou dar novidades e explicar tudo, mas por enquanto, ainda há muito trabalho de bastidores a ser feito e eu ainda ando a tentar atinar com a minha rotina para que consiga encaixar tudo o que preciso de fazer.
Não prometo regressos em grande porque o meu blog segue um pouco os meus caprichos e disposição do momento. Para já posso dizer-vos que me sinto a conquistar uma dura batalha contra mim mesma e contra as minhas inseguranças e receios. Estou a encarar a vida de frente a assumir que consigo. Um passo de cada vez.
Hoje escrevo-vos com este céu de Outono maravilhoso a entrar-me pela casa enquanto estou encolhida na minha manta para afugentar o frio. Preparo-me para um fim-de-tarde a trabalhar e a criar e tento fazê-lo com a maior paz possível. Vou aparecendo sempre que puder mas fica já aqui um desejo sincero que este mês de Dezembro seja quente e luminoso. Até já!
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Wednesday, November 18, 2015
Mais Natal
Correndo o risco de me tornar muito cansativa com o meu entusiasmo Natalício (não consigo evitar, este ano estou particularmente empolgada), tinha de partilhar convosco esta produção fotográfica deliciosa que a Zara Home fez, e que não me canso de cobiçar. Tivesse eu bolso para esta loja e a decoração da minha casa era toda de lá. :) E esta inteirinha podia cá vir morar, sem excepção (haja casa para tudo isto).
Deliciem-se também um pouco... Mais imagens no site.
Deliciem-se também um pouco... Mais imagens no site.
Toda esta produção faz-me lembrar como eu fantasiava o Natal em pequena, quando ouvia tantos colegas a dizer que iam passar o Natal "à terra", e a minha terra sempre foi Lisboa, pelo que tenho este imaginário do Natal no campo muito presente em mim, e sempre longe da minha experiência. Se pudesse, passava o mês de Dezembro a preparar o Natal e a usufruir o Inverno. Não era maravilhoso?
Entretanto com estas fotos, já decidi que este ano quero decorar a vermelho e branco, o que implica avaliar se tenho decorações suficientes, e ainda quero fazer algumas. Acho que este fim-de-semana vou dedicar-me ao tema, visto que tenho uma data predefinida para montar a árvore e as decorações e não quero falhar com nada. Depois conto como correu, obviamente. Não me conseguem calar com o Natal este ano. :)
E vocês? Têm fantasias de Natal que gostavam de satisfazer? Eu ainda não perdi a esperança de um Natal no campo. Quem sabe um dia...
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Monday, November 9, 2015
Illustration love: Olga Skomorokhova
Num dia de trabalho sem grande trabalho para fazer, dei por mim a vaguear pelo Behance (para quem não conhece, é uma espécie de rede social de portfolios), que é dos poucos sites que sou autorizada a visitar no meio de tanta limitação, pela primeira vez na vida trabalho numa empresa onde me bloqueiam páginas e é algo ainda demasiado estranho para mim. Mas se não fosse por isso, não estaria a ficar mais activa no Behance e não teria encontrado a Olga Skomorokhova.
Foi amor à primeira vista. Mal vi os jarros de pickles, tive de espreitar o trabalho todo dela, e não me contive, mandei-lhe imediatamente uma mensagem a pedir para ela me deixar fazer um post sobre ela. Não poderia ter sito mais simpática, respondeu-me muito rapidamente e permitiu que este post pudesse ver a luz do dia para que os vossos olhinhos se possam deleitar. E ainda me deu alguns conselhos fixes sobre trabalhar com ilustração e simpaticamente me gabou as minhas capacidades de fazer ilustração vectorial (coisas já tão velhas e gastas, preciso mesmo de trabalhar mais nestas coisas).
Espreitem alguns dos meus projectos preferidos dela (é tão difícil não colocar TODAS as imagens que vejo!)
Este é, provavelmente, o melhor alfabeto com animais que alguma vez vi. Estou apaixonada. A raposa com figos é qualquer coisa...
Não é das coisas mais lindas e maravilhosas que já viram? Acho que é mesmo o mais indicado para começar uma semana em grande, com inspiração que comemos com os olhos. Eu fiquei tremendamente inspirada, e já sou uma fiel seguidora do trabalho dela. Podem ver mais do portfolio da Olga no Behance ou no Dribbble.
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Friday, November 6, 2015
TAG: Conhecendo novos blogs... Challenge accepted!
A Catarina desafiou-me para responder a algumas respostas sobre o meu blog. A energia com que esta miúda se dedica ao blog dela é contagiante (e eu confesso aqui, que ela não nos ouve, que o blog dela é um dos meus blogs preferidos), e como eu fico facilmente inspirada por ela e não consigo dizer-lhe que não, e vá, continuo a achar estes jogos engraçados e ajudam-nos a conhecer-nos melhor, aqui vai a minha resposta.
Qual a melhor revelação que o teu blog te fez?
Qual a tua maior fonte de inspiração para escrever no teu blog?
Qual a tua maior paixão na vida?
Se pudesses oferecer uma dica de gestão de tempo para conciliar melhor o tempo dedicado ao blog e à tua vida pessoal/laboral/universitária, qual seria?
Para ti, as 5 apps que qualquer blogger deveria usar são…?
Qual o hábito diário do qual nãos prescindes?
Se tivesses que mudar de país obrigatoriamente, qual escolherias para viver?
Três objectivos que tenhas para o teu blog em 2016.
(imagem Death to Stock)
Qual o “porquê” do teu blog?
Não tinha grande porquê, escrevo blogs há 10 anos e já tinha tido 2 que eram apenas para desabafar e dizer o que me apetece. Este surgiu quando ainda mantinha o anterior, e a ideia era ser um espaço de inspiração e de motivação para fazer coisas diferentes para além da mesma rotina estafada. Quando fechei o blog anterior decidi focar-me neste espaço e ele tornou-se um pouco de tudo, espaço para expor os meus projectos criativos, para divulgar coisas de que gosto, diário pessoal, etc.. Tornou-se um espaço que é a minha cara e onde eu gosto de estar. A frequência de posts já foi bem maior, mas também me tornei um pouco mais exigente com o que publico aqui. Ultimamente tem-me apetecido mais escrever e acredito que estou em boa posição para ele continuar a evoluir.
Não tinha grande porquê, escrevo blogs há 10 anos e já tinha tido 2 que eram apenas para desabafar e dizer o que me apetece. Este surgiu quando ainda mantinha o anterior, e a ideia era ser um espaço de inspiração e de motivação para fazer coisas diferentes para além da mesma rotina estafada. Quando fechei o blog anterior decidi focar-me neste espaço e ele tornou-se um pouco de tudo, espaço para expor os meus projectos criativos, para divulgar coisas de que gosto, diário pessoal, etc.. Tornou-se um espaço que é a minha cara e onde eu gosto de estar. A frequência de posts já foi bem maior, mas também me tornei um pouco mais exigente com o que publico aqui. Ultimamente tem-me apetecido mais escrever e acredito que estou em boa posição para ele continuar a evoluir.
Qual a melhor revelação que o teu blog te fez?
Este blog acompanhou-me em algumas das fases mais complexas da minha vida, ao reler alguns posts de fases críticas, percebo que este blog é testemunha das minhas capacidades de me auto-recriar e evoluir, a tantos níveis. A maior revelação que me fez foi precisamente acerca de mim, da minha capacidade criativa, e permanece como testemunho de que se eu quiser, eu consigo (e creio que vou querer novamente em breve).
Qual é/são, para ti, o(s) aspecto(s) menos positivos da blogosfera?
Tenho a sorte de ter vivido quase sempre aspectos positivos. Acho que um dos maiores e melhores é precisamente este de podermos cruzar-nos com pessoas que são parecidas connosco, que nos desafiam pela positiva, que nos apoiam, que conhecem as nossas dores e desejos e onde podemos criar uma forte comunidade de entreajuda.
Qual a tua maior fonte de inspiração para escrever no teu blog?
Essencialmente, o que me vai na alma, a minha inspiração vem de mim e do que sinto no momento. Raramente obedeço a um calendário editorial para o blog, o que publico, na maior parte das vezes é no improviso (por isso é que também tenho fases de muitas conversas e outras em que desapareço), e acaba por ser algo muito inconstante. Um dia pode apetecer-me falar de algo da minha vida, noutro, descobri um ilustrador que realmente gosto, noutro, falo de projectos adormecidos ou concretizados, depende muito do que sinto, do que vi, da minha vontade de falar e partilhar. Não sei se é um bom método (ou se é um método sequer), mas tem sido assim que as coisas têm acontecido até agora.
Qual a tua maior paixão na vida?
Há tantas que é sempre complicado definir apenas uma. A primeira e certamente a mais duradoura é a leitura, que trouxe a escrita por arrasto. Ler e escrever são de facto paixões da minha vida que não abdico. Depois rapidamente surge a ilustração/desenho animado/arte, que sempre foram complementando a minha vida e estando presentes em todas as minhas escolhas. Hoje em dia acarinho uma crescente paixão pela ilustração e literatura infantil e vou aumentando a minha colecção de livros sem pressa. Haverá muitas mais coisas, mas estas preenchem-me a alma.
Se pudesses oferecer uma dica de gestão de tempo para conciliar melhor o tempo dedicado ao blog e à tua vida pessoal/laboral/universitária, qual seria?
Ui, planear, planear, planear. É tão fácil cair nos truques da rotina. Eu por mim falo, tanta vez estava com vontade de escrever quando chegasse a casa e dava rapidamente por mim a tratar dos básicos diários (fazer jantar, arrumar a cozinha, etc.), que não deixava sequer espaço para fazer as pequenas coisas que gosto. Mas eu já disse que sou rapariga de improviso não é? Pois, isso não funciona muito bem quando queremos ser mais assíduas no blog. Por isso, planear esse tempo para o blog, mesmo que no dia-a-dia não haja grande disponibilidade, aqueles 5 minutos no sofá a organizar os posts da semana ou aquilo que gostariam de escrever já ajuda a que a motivação vá crescendo, e consequentemente, os posts vão aparecendo...
Para ti, as 5 apps que qualquer blogger deveria usar são…?
Não sou a miúda mais ligada às apps desta vida (parece um contrasenso tão grande, quase todas as bloggers que conheço andam agarradas ao telemóvel), em parte porque o meu telemóvel está a ficar tão velho e sem jeito que acabo por desinstalá-las quase todas para que ele cumpra o básico e me deixe telefonar e receber chamadas (um dia hei-de ter um modelo mais top).
Mas aquelas que me fazem sentido: Bloglovin (para lermos todos os blogs que seguimos e não só), Blogger (para publicar onde quisermos, quem tem blog no blogger, obviamente, haverá certamente apps para os outros), Facebook pages (para alimentarmos a nossa página no facebook), ABM e VSCO Cam , as que uso para fotos, mas haverá centenas de outras bem fixes, e Instagram porque é uma fonte de inspiração constante e também pode ser uma boa ferramenta aliada ao blog. Olha, foram 6 afinal!
Mas aquelas que me fazem sentido: Bloglovin (para lermos todos os blogs que seguimos e não só), Blogger (para publicar onde quisermos, quem tem blog no blogger, obviamente, haverá certamente apps para os outros), Facebook pages (para alimentarmos a nossa página no facebook), ABM e VSCO Cam , as que uso para fotos, mas haverá centenas de outras bem fixes, e Instagram porque é uma fonte de inspiração constante e também pode ser uma boa ferramenta aliada ao blog. Olha, foram 6 afinal!
Qual o hábito diário do qual nãos prescindes?
Levantar cedo e tomar o pequeno-almoço com calma, sentada. É o paraíso para mim. Por acaso tenho prescindido porque agora levanto-me muito mais cedo para trabalhar (entro mais cedo também), mas arranjo sempre tempo para um pequeno-almoço tomado com calma.
Se tivesses que mudar de país obrigatoriamente, qual escolherias para viver?
Apesar de nunca lá ter ido, o Reino Unido chama por mim. Iria facilmente para Londres, ou outra cidade Britânica. Não sei explicar, atrai-me (vai na volta e vou lá e depois não gosto).
Três objectivos que tenhas para o teu blog em 2016.
Bem, em primeiro lugar gostava mesmo de não estar tão constantemente no improviso. Arranjar um equilíbrio entre posts pensados e posts "do momento" é um dos meus objectivos. Quero ser regular a publicar, até porque quero publicar mais trabalhos criativos meus, não precisa ser nada de demasiado elaborado, mas exige mais tempo porque implica trabalho de fotografia e/ou digitalização e isso tem de ser feito com qualidade e dedicação.
Segundo, quero que a minha conta de instagram do blog cresça e tenha uma boa ligação com os conteúdos aqui colocados.
Terceiro, quero uma nova cara para o blog. Preciso de fazer um redesign e há dois anos que penso nisso. Em 2016 quero concretizá-lo.
Instruções para participar nesta TAG:
- Responder às perguntas realizadas por quem te nomeou;
- Podem criar 10 perguntas diferentes ou apenas algumas ou usar as mesmas;
- Marcar 3 a 10 pessoas para responderem a essas perguntas e, claro, avisá-las da nomeação.
Deixo aqui as minhas perguntas para a malta que vou taggar:
- Porquê escrever um blog?
- Se criasses um blog novo hoje achas que seria igual ao que já tens?
- Quais as 5 características mais irritantes que vês em blogs nos dias que correm?
- Qual a tua maior fonte de inspiração para escrever no teu blog?
- Dá-me 5 blogs portugueses sem os quais serias incapaz de passar?
- E 5 estrangeiros?
- Para além do blog, qual o teu hobby preferido?
- Qual o hábito diário do qual não prescindes?
- Quais as 5 características que te fazem prender a um blog?
- Três objectivos que tenhas para o teu blog em 2016.
Os Blogs que marco com esta TAG para responderem as 10 perguntas são:
Ballon Blanc
Latitudes
Chá & girassóis
Ver(de) água
Milk
Confashionary
Eu sou agridoce, e tu?
Ballon Blanc
Latitudes
Chá & girassóis
Ver(de) água
Milk
Confashionary
Eu sou agridoce, e tu?
São poucas mas boas, aguardo as vossas respostas moças!
Obrigada por lerem este post gigante. ;)
Obrigada por lerem este post gigante. ;)
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