quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Day three - The best day of 2014

Saltei o dia 2, de propósito, ainda não tirei a foto que queria, por isso passo à frente no desafio e salto logo para dia 3, e para o meu dia favorito no ano.
Não ponho foto (que até as há), porque não estou sozinha nelas e tenho de respeitar a privacidade alheia. Mas sei que o melhor dia de 2014 foi quando embarquei para Paris para ir ao encontro da minha irmã, que na altura estudava em Rennes.
A minha irmã é a pessoa mais espetacular do mundo. E provavelmente estamos a passar a melhor fase do nosso percurso como irmãs, em que somos finalmente adultas ao mesmo tempo e nos apoiamos mutuamente em tudo e confiamos uma na outra para tudo. 

Como já defini e lhe disse uma vez, ela é o meu amor mais incondicional (pelo menos até hoje, não saberei como será quando tiver filhos). Por isso o dia 28 de Fevereiro foi um dia muito feliz, e o meu dia preferido do ano inteiro, um dia em que renovei esperanças e expectativas, um dia de reencontros e alegrias imensas. Um dia em que depois de 3 ou 4 meses sem ela, a pude finalmente abraçar e conhecer a realidade que ela vivia. Nunca me vou esquecer desta pequena viagem. Foi dos momentos mais inesquecíveis deste ano.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Day one - Drink



Chegou o último mês do ano. Não vos sei explicar como os dias frios me têm sabido bem, sei que anda tudo com saudades do Verão e não sei se terá sido das férias num país quente, mas o frio que se sente nesta época está a saber-me particularmente bem.
Hoje começa o December Reflections e o primeiro dia pede uma bebida. Neste tipo de desafios nunca gosto de pensar muito, e vou com aquilo que o meu instinto me pede. Então escolhi o Lambrusco (curiosamente, uma garrafa vazia, do sábado passado). Este vinho faz-me sempre lembrar alguns momentos de convívio que tive com amigas (alguns amigos também, mas lembro-me mais facilmente das minhas ladies), penso em risos e alegrias e despreocupação. E assim inauguro o meu desafio, com uma garrafa vazia e a cabeça cheia de memórias e o coração quente do carinho. 

E acrescento um grau de "dificuldade", vou tentar contar uma pequena história, justificar a escolha da foto, sempre que possível, e que este episódio seja referente ao ano de 2014, assim em jeito de reflexão. Como disse, não prometo posts diários, mas quero muito cumprir este desafio até ao fim. Pode ser que o blog acorde para a vida entretanto... ;)

Boa semana a todos!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Um desafio para Dezembro

Gosto tanto da Susannah Conway, ela é fantástica. Parece aquela amiga calma que nos dá sempre bons conselhos e mimos, e nos ouve nos dias maus. Que tira um filme cómico e uma manta para ver num dia cinzento e nos transforma o espírito.


Sinto que este ano desleixei-me em muitos dos meus projectos pessoais e nos meus objectivos e organização pessoal (também acho que se justifica, foi um ano de profundas mudanças pessoais), muita coisa parece ter ficado pelo caminho, e este blog sofreu directamente com isso. 
Tenho pensado muito no que posso fazer para reverter isto. Para já não é coisa imediatamente possível, ainda ando demasiado ocupada com alguns assuntos demasiado prementes para me permitir essa reflexão.
Mas hoje recebo no meu e-mail esta proposta fantástica e percebi que mais do que qualquer outro desafio, este falou comigo. Quero muito fazê-lo. Portanto em Dezembro podem contar com posts mais frequentes (não tenciono partilhar diariamente, mas quero corresponder ao desafio ainda assim e cobrir todos os prompts que a Susannah dá).


Se se quiserem juntar podem ver toda a informação aqui.
Quem quer?

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Thailand, unedited

Ando há dias a pensar que queria ter muitas palavras bonitas para escrever um post sobre a minha viagem. E não me sai nada. Foram dias com vários altos e baixos, alguma dificuldade em adaptar-me à cultura, mas quando terminaram dei por mim absolutamente apaixonada. Não consigo por em palavras o que é esta viagem.
Mas percebo que adiar a descrição só me faz começar a esquecer detalhes. E ontem, num serão com uma amiga mostrei as fotos do meu telefone e as memórias fluíram. E não podia esperar mais. Ainda que não tenha estruturado um post ou pensado num texto com cabeça, tronco e membros, percebi que estava na hora de retomar o andamento do blog e mostrar-vos por onde andei.
Foram 17 dias intensos, em que fomos arrancados da nossa zona de conforto e em que nos forçámos a lidar com uma realidade tão diferente e estranha.
Foram 17 de experiências novas, de algumas saudades de casa mas também com uma curiosidade imensa em relação a tudo o que víamos e vivíamos. E assim, ainda que incompleto e impefeito, deixo-vos neste post alguns dos meus passos marcados pela câmara do meu telefone, que eternizou cada momento. Com alguns comentários, claro.

Bangkok





O Buda deitado é mesmo uma visão impressionante, mas o que mais me tocou foi a origem de um barulho metálico que ecoava por todo o templo. Atrás do Buda existe uma fileira de pequenas taças metálicas onde as pessoas colocam moedas, uma moeda por cada uma das trinta ou quarenta taças, e o som era algo de cristalino e quase mágico. A devoção dos budistas tocou-me muito, há rituais lindos.


O primeiro passeio de tuk-tuk...
... E a molha que se seguiu.

Comida com aspecto duvidoso (e o cheiro, agressivo e pungente)...

... E comida com aspecto delicioso.

Bangkok visto de cima...

Chiang Mai

Sem dúvida que soubémos escolher hotéis, todos eles bem servidos de piscinas. Este tinha logo duas, mas a arquitectura e a decoração, foi mesmo o que mais me impressionou (de todos, o que tinha mais elementos tradicionais). Não me cansarei de o recomendar.



Os táxis em Chiang Mai proporcionavam sempre bons momentos. Uma noite, num destes, entrou-nos um rapaz enquanto estávamos em pleno movimento, deu as boas noites, sentou-se, ao fim de um par de quarteirões saíu, desejou boa noite, pagou ao taxista e desapareceu na cidade. Acho que ficámos o tempo todo meio boquiabertos com a facilidade com que ele nos invadiu a boleia, e ao mesmo tempo não faltou ao respeito a ninguém. 

A cor dos mercados noturnos, vistos de fuga.

O meu novo amigo...

... Acho que gostou de mim. 

Railay Beach (ou o Paraíso)






O tour pelas Phi Phi começou aqui.


Cenário caótico em Maya Beach, sim a praia do filme. E sim, é linda de morrer e tem a areia mais branca e fina de todas as praias, mas está constantemente atulhada de turistas, metade da praia está cheia de barcos, e a outra metade cheia de gente. E há lixo no chão, no entanto as pessoas respeitam-se, há segurança e um ambiente de euforia generalizada que nos conquistou.




O último por-do-sol em Railay

Koh Yao Yai




O restaurante com a melhor comida que provei nestes dias. 

A descontração das pessoas/famílias inteiras a andar de mota nunca pára de me surpreender.


Último passeio de Long-tail. Amei, se pudesse tinha um.



A despedida da ilha. Ainda hei-de fazer um post sobre Koh Yao, estive três dias naquela ilha e é não há palavras para explicar o quanto eu amei aquele sítio. Há ali um ambiente muito virgem, muito especial. E é dotado de uma paz enorme, foi onde me senti mais tranquila.

Conto mais em breve. Bom fim-de-semana.