sábado, 23 de fevereiro de 2013

Então eu explico




Na quinta à noite fui fazer um workshop de auto-coaching para criativos. O workshop foi realizado no espaço de co-work por uma coach que também é designer, logo senti uma boa energia e a experiência foi sem dúvida muito enriquecedora. 
Estava mais estruturado para quem tem negócio próprio, e a maioria dos participantes eram trabalhadores naquele espaço, mas a verdade é que os de nós que (ainda) não se aventuraram nessa empreitada temos planos, projectos na gaveta, ideias que ainda não são projectos a desenvolver e a explorar. 
E no meio dos exercícios, pensei que o meu foco é essencialmente neste blogue, e em como não sou tão frequente a postar como gostaria, que não ando a fazer aquilo que disse que ia fazer quando o criei (desenhar mais, fazer mais trabalhos criativos, mostrá-los e tentar evoluir). Então no meio de um curto brainstorming acerca das ideias que poderíamos por em prática para ajudar a evoluir o "negócio", a primeira e mais simples foi precisamente, criar a página de facebook. É algo que quero fazer há muito tempo, mas a insegurança, a maior exposição que o facebook permite, assusta-me. Gostava que este blog crescesse, mas ao mesmo tempo é tão pequenino e cozy! Enfim, é interessante enfrentar os medos, e não é que vá desistir do meu emprego para me dedicar ainda-não-sei-bem-ao-quê, mas tenho de perder os medos. 
Então foi aí que a coach nos lançou o desafio: mandem um sms, telefonem a alguém a comprometer-se que numa semana farão um desses items da lista de coisas a fazer. E então surgiu o post anterior, foi a minha maneira de me comprometer, não apenas com uma pessoa, mas com os meus 39 seguidores e visitantes, para não perder a coragem. Por isso, se até 5ª não tiver uma página de facebook do blog aqui divulgada estejam à vontade para me dar na cabeça.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A todos os que me lêem: estou neste momento a comprometer-me a criar uma página de facebook para este blog numa semana. Depois explico! Bare with me!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Flop

Eu sabia, a inspiração vem quando quer (e completamente incompatível com o meu horário de trabalho) e se eu espero muito acabo por fazer nenhum. Andava eu com ideias para o dia de S. Valentim, mas aquele fim-de-semana preguiçoso e o feriado tiraram-me a vontade e o tempo para avançar com as ideias. Demorei algum tempo a comprar os materiais necessários e depois já não havia hipótese de seguir em frente. Para a próxima mal tenha a ideia tenho mas é de pegar nela e avançar. Lesson learned! Ainda assim as ideias ficaram, já as registei e hei-de dar-lhes avanço noutra fase, e desenvolvê-las aos poucos. A verdade é que mais do que na química e física, na criatividade nada se perde, tudo se transforma. 

(imagem encontrada no pinterest)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sneak Peak: my vintage home

Não sei se já tinha dito antes, mas adoro objectos antigos, com história. O tão badalado vintage. Ando há que tempos para me dedicar seriamente e ir a uma feira de antiguidades com dinheiro para gastar, porque realmente adoro objectos antigos e imaginar por onde passaram, quantas mãos os seguraram, quantos anos a mais que eu têm e quanto mais irão durar. E o que posso fazer para os acomodar em casa. A minha vontade de comprar molduras antigas e pintá-las anda a passear-se pela minha cabeça há meses.
E tenho uma sorte danada em ter as velharias que ninguém da família quer. Ou que aceitem que eu fique com elas porque sou uma perdida pela história dos objectos e gosto deles, mesmo partidos, com a madeira lascada, com pintura desbotada pelo uso e quero mesmo que fiquem em destaque cá por casa. Tenho sorte de ter um companheiro que gosta do mesmo que eu, e cá nos vamos servindo do espólio familiar e vamos compondo a casa com cada vez mais pormenores vintage, que nos deliciam todos os dias.
A luz do final de dia estava irresistível, não consegui evitar tirar fotos dos meus objectos mais preciosos com esta tonalidade amarela que lhes dá uma vida tão própria.


(As nossas máquinas fotográficas. A da direita pertenceu ao meu avô - e tenho fotos minhas tiradas com esta máquina - e a da esquerda comprámos na feira do Príncipe Real. Este recanto ainda terá um print grátis que encontrei nessa net fora mas que ainda não foi impresso para ser exposto)


(A menina dos meus olhos com quase 100 anos, a máquina singer que foi da minha bisa e que muita costura para a minha mãe e os meus tios por lá passou. A agulha que ainda lá está provavelmente ainda foi usada por ela, já me aconselharam a retirar para ser mais seguro, mas como posso fazê-lo? Adoro os mecanismos velhos e enferrujados pelo uso)


(A aparelhagem de fita de um primo que acho que nunca conheci. Toda a minha vida me lembro de a ver em casa dos meus avós sem saber do que se tratava, até muito recentemente quando a minha avó decidiu despachá-la para nós, visto que o P. adora música e este tipo de material. Ainda temos de ir buscar bobines que ainda trabalham, e experimentar ligá-la e ouvi-la. Vai ser um estrondo.)

(A menina dos olhos do P., a clássica Stratocaster que esta semana foi morar connosco por um preço muito acessível. Soubesse eu tocar alguma coisa e também me agarraria a ela, mas gosto de a ver, simplesmente, apreciar o toque da madeira e a evolução do meu rapaz nos dotes musicais.)

Também tenho uma caixinha de costura que foi da minha mãe em miúda, onde estão os botões que colecciono. Ainda vou pedir mais alguns à minha avó. Adoro botões e ainda hei-de arranjar-lhes uso brevemente. Quando voltar às lides da costura, creio. Ficarão para um próximo post.
E por aí? Também namoram os objectos antigos da casa da avó ou nem pensam nisso?