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sexta-feira, 12 de julho de 2013

It's here!

Acabei de receber as borrachas e o meu starter-kit para começar a fazer os meus próprios carimbos.  Demorou menos de 24horas desde que encomendei até à hora a que chegou às minhas mãos, e veio de Espanha. Escusado será dizer que fiquei cliente desta loja. Este fim-de-semana já vou por mãos à obra. Oh joy!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Desenhar, desenhar, desenhar

Um desafio no coaching está-me a ajudar a recuperar algum do ânimo perdido na semana passada. A proposta foi simples: um desenho por dia. Para me mexer, para desbloquear, para me descobrir um pouco mais. A verdade é que ultimamente o desenho vai-se tornando cada vez mais no meu tónico diário. Perco-me nos traços que faço, um desenho leva a outro, uma técnica dá vontade de testar outra, e dou por mim cheia de entusiasmo. E faço mais que um desenho por dia. A semana passada, numa tentativa de fazer um diário alimentar para começar a perder peso, entretive-me a desenhar parte das minhas refeições diárias (faz parte da minha estratégia para me interessar na comida saudável, desenhá-la, e parece que está a funcionar). Mas no domingo andei a contar os dias e resolvi ressuscitar os cadernos de "uma palavra por dia" e "um desenho por dia" que estavam abandonados desde Março. A palavra foi fácil de recuperar, os desenhos nem por isso, mas ando a motivar-me a lá chegar, e se os primeiros desenhos eram toscos e rápidos para preencher os quadrados, ontem fiz cinco quase sem dar por isso, mais elaborados e detalhados. A quantidade nesta altura é importante, mas é incrível como em dois dias de insistência começo a recuperar pulso e a desenvolver o meu traço.

(Capa do meu "food journal" tomate, quinoa e queijo feta )
(Alguns desenhos e experiências)

(uma floresta)

terça-feira, 21 de maio de 2013

Reaproveitar




Este foi o fim-de-semana de colocar em prática um pequeno projecto de DIY (do it yourself) que tinha em mente desde que há pouco mais de um mês fui arrumar as tralhas na garagem do meu pai e descobri uma velha caixa de disquetes velhas. Visto que não me apetecia deitá-las fora, resolvi transformá-las em bases para copos, que é algo que faz alguma falta lá em casa.


Materiais: 
disquetes, cartão, feltro, tesoura, x-acto, cola branca, 1 pincel



Primeiro retirei os autocolantes e limpei as disquetes o melhor possível.


Depois fiz um molde em cartão...


E transferi-o para o feltro.

Espalhei a cola num dos lados da disquete com um pincel.


Cuidadosamente, colei o feltro.

E recortei o excesso com o x-acto.


E depois repete-se nas outras. Et voilá!

domingo, 19 de maio de 2013

E também...

Voltei a brincar com feltro. Um projecto simples, pequeno e fácil. Mais notícias em breve.

Este fim-de-semana...

Desenhei mais pássaros.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Pretty pretty birds

Quem me conhece sabe que tenho uma ligeira fobia a pássaros, mas tenho de admitir que dão um gozo enorme a desenhar e ficam sempre bem em composições visuais. E ando com uma certa vontade de os desenhar, de explorar as possibilidades. Então deparei-me com esta ideia no pinterest. E tive de a testar. Sei que não ficou particularmente original, mas é uma experiência como qualquer outra. E não há nada como testar as técnicas por nós próprias antes de evoluir para um estilo próprio. É maravilhoso ver manchas tão simples e básicas ganharem forma e vida. E aqui estão os meus pintaínhos.


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Look Up!

Acho que nunca comentei isto convosco, mas confesso que tenho uma paixão por tectos altos. É curioso, já percebi que muita gente acha que torna uma casa fria e despida, mas eu acho precisamente o contrário. Mais parede significa mais possibilidades. Está bem que limpar o pó não deve ser fácil (especialmente se isso implicar estantes altas cheios de livros, com que eu sonho acordada), mas adoro, especialmente as casas antigas, com janelas rasgadas e muita luz. Aliás, quando era miúda e ia aos consultórios médicos de Lisboa, aqueles instalados nos prédios antigos, adorava imaginar como seria se aquelas casas fossem minhas, como é que a decorava. Esta paixão deve surgir de eu já ter tido um quarto num sótão alto, e ser ligeiramente claustrofóbica, por isso adoro espaços largos e amplos. E devem ser um desafio de decoração. Aqui vão alguns dos meus favoritos que podem encontrar no meu Pinterest... 

I guess i never commented this before, but I confess that I have a huge passion for high ceilings. It's curious, I realized that many people thinks that it makes a home cold and naked, but I feel exactly the opposite. More wall space means more possibilities. Ok, dusting must be hard (specially if there are big bookshelves full, of which I daydream about), but I love it, specially on old houses, with big windows and lots of daylight. By the way, as a kid, I would go to doctor's office's in old buildings in Lisbon and loved to imagine how I would decorate it if it was my home. This passion probably comes from having had my room in an attic some years ago and my claustrophobia, it explains my love for big, wide spaces. And it must be a Decorative challenge. Here are some of my favourites from Pinterest...

(via)






 


(Batixa)

Ainda assim, adoro a minha pequena casa. Também um desafio, ainda maior, se possível. E tenho andado a imaginar mil coisas diferentes para a enriquecer. Um dia, com tudo arrumadinho, hei-de fotografá-la decentemente e mostrá-la.

Still, I love my small apartment. It's also a challenge to decorate it, an even bigger one, And I have been imagining thousand different ideas to improve it. Some day, when I tidy up everything decently, I'll take some photos to show you.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Sexta-feira

Apanhamo-nos 5 mulheres numa sala,o escritório meio vazio, o tempo solto e sem grandes pressões, e vai de fazer uma curta pausa a meio da manhã para brincar com gouaches e fazer manchas ao melhor estilo do teste de Rocharch. Nada como um pouco de descontração para animar a sexta e abrir caminho para um fim-de-semana criativo. Bom fim-de-semana pessoal!

terça-feira, 16 de abril de 2013

Falta de tempo, falta de sono

Ainda hoje é terça feira e preciso urgentemente de outro fim-de-semana. Ultimamente as actividades criativas têm dado lugar a arrumações e organização do meu espaço e de dezenas de tralha mal arrumada em casa do meu pai (descobri uns trabalhos do tempo da faculdade que me deixaram pasmada... eu fiz aquilo?), o que implica menos horas de sono ao fim-de-semana, e esta semana tomei para mim a tarefa de me levantar bem cedinho, para aproveitar melhor as horas de trabalho, para vir mais cedo para casa, para me dedicar aos trabalhos para o coaching que andam meio desleixados, e hoje devo ter dormido umas quatro horas. Portanto estamos bem. Mas hoje, forçada a sair da cama mais cedo por uma insónia, ainda brinquei um pouco com aguarelas e cozinhei brócolos para levar para o almoço. E cheguei às 8h10 ao emprego. E já andei a despachar e-mails, a organizar o meu trabalho para o dia e a começar as actividades de hoje. Estou podre, mas sinto-me extremamente produtiva (e tenho o caderno de desenho ao meu lado just in case). Bom dia e boa semana para todos!
Fotos e coisas giras para breve (deixem-me dormir melhor esta noite a coisa dá-se).

segunda-feira, 1 de abril de 2013

E assim foi o fim-de-semana

Apesar de ter sido apenas um dia, dei por mim a ser extremamente produtiva com pinturas e afins. Há tempos defini com a minha coach que teria um tema semanal (algo que tinha definido para mim própria no início do blog e rapidamente abandonei), para estimular a imaginação e obrigar-me a ter uma rotina criativa. Claro que o projecto caíu por terra porque eu queria obrigar-me a desenhar diariamente e como não conseguia, foi-se. Uma coisa que ando a aprender com o coaching é a dividir os meus objectivos em objectivos menores, para conseguir cumprir as coisas e treinar o cérebro de forma a habituar-se a fazê-las e não as abandonar a meio. Assim a minha coach pede-me apenas um desenho/pintura/colagem/whatever por semana. Sem grandes ideias para um tema e com uma vontade imensa de experimentar algumas técnicas e os fundos negros que vi neste e neste post da Alisa Burke (who else?), e ainda uma lembrança do estilo da Mary Blair, saíram-me estas experiências no diário gráfico (ali na 3ª imagem acho que também agarrei umas ideias da "Noite estrelada" de Van Gogh). Claro que tudo isto é ainda muito pouco meu e ainda muito primário e simples, mas é um começo e fico entusiasmada em testar técnicas que nunca tinha imaginado fazer (andei sempre tão focada em alguns básicos, em saber usar lápis e fazer os desenhos bonitinhos que pouco faço fora da caixa), que já ando com ideias para o próximo tema, bem como as próximas experiências com os materiais.





Depois, simplesmente diverti-me... Gostava de colar num ovo os trevos de quatro folhas do meu furador, mas como já sabemos, isso ficou pelo caminho... :P




 
(aguarela num ovo... não é boa ideia - Nota para mim: comprar mais tintas acrílicas e guaches para este tipo de brincadeira)

sábado, 2 de março de 2013

Journaling

Ora como tinha dito há uns tempos, apaixonei-me por toda a bela arte de fazer um bom diário/diário gráfico, e deixei vários exemplos inspiradores que me levaram a querer muito enveredar por esta actividade. Então resolvi encomendar os cadernos simples da Moleskine, com a qualidade que já nos habituou e são "descomprometidos" o suficiente para uma pessoa não ter medo das páginas brancas nem de sujar ou escrever disparates. 
Quando os encomendei pensei que eram o formato A5, mas enganei-me redondamente, como podem ver.


Foi a primeira trapalhada. Fiz por não me sentir afectada e evitei correr para a papelaria mais próxima para comprar os cadernos do tamanho indicado. É que gosto de ter páginas maiorzitas para me mexer, mas decidi que se calhar não era um mau primeiro passo para testar a brincadeira de recomeçar a escrever e desenhar livremente. Talvez estes fossem ainda mais descomprometidos do que os cadernos A5. E então resolvi por uma ideia em prática que estava já a magicar quando os encomendei... Decorar as capas à minha maneira. Andava cheia de vontade de criar capas personalizadas e tinha algum material novo que me apetecia muito testar. Tinta dourada, glitter dourado (quase em pó), e tinta transparente. Faltava-me fita-cola que não estragasse o papel, mas como tinha esta fita de papel em casa achei que não iria fazer muito mal. E então comecei a brincadeira...

(o padrão em zig-zag que andava na minha cabeça há uma semana)

 (a cor dourada, a combinar lindamente com a cor do papel craft da capa - já não usava tinta acrílica há anos e adorei repescar velhas experiências)
(tinta transparente com salpicos dourados)


(os dois cadernos, com as tintas aplicadas à espera de secar)

Depois de secar é que a porca torce o rabo. No primeiro caderno (o do zig-zag), a fita-cola saiu bem, rasgando apenas pequenas partes do papel, ainda assim fiquei tão frustrada que peguei em tinta branca e tentei emendar o aspecto manhoso com que ficou. Não é a oitava maravilha, mas a ideia era ficar com um aspecto leve e bem acabado e a parte branca ficou... vá, texturada...
O segundo caderno é que foi complicado, eram riscas, era tão simples, mas aquilo ficou colado de tal maneira que me rasgou o papel todo, incluindo os efeitos dourados que pretendia. Mas não é que, depois do estrago feito, resolvi usar a tal tinta transparente para unifomizar ao máximo a textura, e no final até ficou ainda mais giro do que eu imaginava?
(o primeiro, com o zig-zag a branco, com a textura do rasgão muito óbvia) 


 (o segundo, a surpresa do dia, acabou por ficar com um aspecto muito mais interessante se as riscas tivessem saído perfeitas... fiquei rendida)


E assim (re)começo a aventura do diário gráfico, esperando que me leve as ideias a bom porto. E toda esta história reforça aquele pensamento que me ocorre tantas vezes quando fico frustrada por querer atingir a perfeição: o erro faz parte da vida, faz parte da aprendizagem, todo aquele que agora é perito, já foi antes um amador. E a verdade é que a perfeição também se pode tornar aborrecida. Errar às vezes pode ser das melhores coisas que fazemos. Quanto ao terceiro caderno... ainda não decidi como o quero decorar. Vou esperar um pouco por novas inspirações.